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Elas já estão lá: mulheres que ocupam os lugares que "não eram para elas"

Mulher executiva apresentando resultados em sala de reunião

Apesar dos números ainda desiguais, cada vez mais mulheres estão à frente de companhias que definem o mercado global. Mary Barra tornou-se a primeira mulher a liderar uma grande montadora, a General Motors. Ginni Rometty foi a primeira mulher a comandar a IBM em mais de cem anos de história da empresa, liderando sua transição estratégica para dados e tecnologia. No Brasil, nomes como Tarciana Medeiros (Banco do Brasil) e Magda Chambriard (Petrobras) hoje comandam algumas das maiores companhias do país — algo praticamente impensável há poucas décadas.

E não é só uma questão de representatividade: estudos de consultorias como a McKinsey associam maior diversidade de gênero na liderança a melhores resultados financeiros, mais inovação e maior retenção de talentos nas empresas.

Essas trajetórias têm um ponto em comum: nenhuma delas chegou lá por acaso. Foram anos de carreira construída com intenção, seguidos de um momento em que precisaram se posicionar, comunicar sua autoridade e ocupar espaço com segurança — mesmo em ambientes historicamente dominados por homens.

O lugar não "abre" sozinho. Mas ele também não é impossível de ocupar. A diferença, muitas vezes, está em quem se permite se expor.

Fontes: Forbes Brasil; McKinsey & Company.